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O
conhecimento da existência de ruínas romanas na península de
Tróia tem já vários séculos, embora uma pesquisa de carácter
sistemático tenha sido apenas levada a cabo nos anos
quarenta do século XIX.
A actual classificação refere-se à existência de um complexo
industrial de salga de peixe, constituído por diversas
fábricas com tanques de salga, de diferentes dimensões e
revestidos com opus signinum. Além destas estruturas,
encontram-se ainda outras construções indiciadoras de uma
ocupação humana de carácter contínuo, como no caso de uma
área residêncial, à qual se encontra associado um balneário,
necrópoles de incineração e inumação, assim como um templo
paleo-cristão. Desde 1988 que se tem promovido a
revalorização deste sítio arqueológico, que tem vindo a
contemplar a recuperaçao do edifício conhecido por
"Palácio", como base de acolhimento do público, mostra
museológica, reservas, laboratório e apoio logístico a
investigadores.
Localização: Península de Tróia - Grândola
Textos retirados do site www.ippar.pt |